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Maranguape - Ceará

(Rumo aos 169 anos de evangelização em nossa cidade)

Em Gaza, 95% das crianças com sintomas de grave sofrimento psicológico.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

p style=text-align: center;a href=https://paroquianossasenhoradapenha.com/wp-content/uploads/2018/06/cq5dam.thumbnail.cropped.750.422-1.jpegimg class=aligncenter size-full wp-image-10124 alt=cq5dam.thumbnail.cropped.750.422 (1) src=https://paroquianossasenhoradapenha.com/wp-content/uploads/2018/06/cq5dam.thumbnail.cropped.750.422-1.jpeg width=750 height=422 //aConflito israelense-palestino em Gaza, fonte de stress para as crianças nos territórios ocupados  (AFP or licensors)/p

div style=text-align: justify;A nova pesquisa de Save the Children revela que já antes dos recentes protestos as crianças de Gaza mostravam sinais de sofrimentos como pesadelos – vividos por 63% das crianças interpeladas – e dificuldades para dormir – apresentadas por 68% dos menores entrevistados./div
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strongCidade do Vaticano/strong

Oriente Médio. Depressão, hiperatividade, predileção pela solidão e agressividade são condições apresentadas por 95% das crianças de Gaza (território palestino confinante com Israel e Egito). É o que revela uma nova pesquisa de iSave the Children/i, Organização internacional que desde 1919 luta para salvar a vida das crianças e assegurar-lhes um futuro.
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divstrongMuitas crianças foram feridas ou viram violências/strong/div
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A combinação de todos estes sintomas consiste num profundo sofrimento psicológico, com mais de 96% dos familiares entrevistados no âmbito da pesquisa que reconhece nos filhos ou netos todos os quatro grupos de sintomatologias.

strongCrianças de Gaza têm pesadelos e dificuldade para dormir/strong

A pesquisa revela que já antes dos recentes protestos as crianças de Gaza mostravam sinais de sofrimentos como pesadelos – vividos por 63% das crianças interpeladas – e dificuldades para dormir – apresentadas por 68% dos menores entrevistados.

A ameaça da guerra, o medo das bombas e a insegurança constante causada pela instabilidade política constituem a maior fonte de stress para as crianças ouvidas; 60% dos familiares declarou que tudo isso está repercutindo nos menores.

O barulho dos aviões foi citado por 78% das crianças como maior fonte de medo. Meninos e meninas afirmaram sentir-se “assustados” ou “inseguros” devido à perspectiva de uma guerra ou bombardeios que possam atingir a eles e seus familiares.

strongAdolescente de 15 anos já viveu três guerras/strong

Tais barulhos levaram alguns deles a ter medo de dormir e a apresentar dificuldade para ter sono por “proteger-se de pesadelos”. “Tenho pesadelos terríveis e medo constante de ser atingida por uma bomba, ficar ferida ou ser morta”, conta Samar (nome de fantasia), adolescente de 15 anos que já viveu três guerras e não recorda outra coisa a não ser a vida sob embargo.

Samar participou dos protestos da Marcha do retorno. “Este medo me tomou de assalto – afirma ela –, assim como tantas crianças e adolescentes, muitas vezes prejudicando-as psicologicamente: sentem-se terrorizadas e isso teve um enorme impacto no comportamento delas”, destaca.

No comunicado da Organização internacional, iSave the Children/i mostra-se profundamente preocupada que a crescente violência vivida pelas crianças, junto ao sentido de insegurança, acabe com a capacidade delas de superação.

strongSofrimento de crianças inocentes/strong

“Na Marcha vi pessoas feridas, fiquei chocada”, recorda Samar. ”Quis chorar quando vi crianças inocentes, que não cometeram nenhum crime, ser feridas, e chorei quando as vi mortas. Foi de cortar o coração.”

Apesar das pressões enormes enfrentadas por muitas crianças, a pesquisa revelou que a maior parte delas mostra ainda sinais de capacidade de superação: mais de 80% diz poder falar dos problemas com a família e com os amigos e 90% afirma sentir-se ajudada pelos pais.

“Uma significativa parte do sentido de segurança que as crianças têm está relacionada à estabilidade que as famílias foram capazes de oferecer-lhes, com mais de 80% das 150 crianças entrevistadas que não se sentiriam seguras distante dos pais”, explica Marcia Brophy, especialistas em saúde mental de iSave the Children /ino Oriente Médio.

strongAlto risco de stress tóxico, mais perigosa forma de stress/strong

“Durante as últimas semanas milhares viram o pai, a mãe ou um parente ser ferido ou morto: uma tal perda de equilíbrio a nível familiar, num ambiente já caracterizado pela insegurança, coloca a duras provas a saúde mental das crianças e constitui uma grave ameaça para seus frágeis mecanismos de defesa. Isso as expõe a um alto risco de stress tóxico, a mais perigosa forma de stress, provocado por uma forte ou prolongada exposição às adversidade”, afirma.

A previsão era de que os protestos prosseguissem até a terça-feira (05/06), dia em que se recorda a dispersão de massa forçada (a diáspora) com o fim da guerra de 1967. Mais de mil crianças e ao menos onze mil adultos foram feridos pelas forças israelenses desde o início dos protestos.

“É muito cedo para entender plenamente o impacto que a recente violência teve sobre as crianças, algumas das quais perderam um parente ou uma pessoas amada, acrescenta Brophy. “O que se sabe é que a destruição do equilíbrio em âmbito familiar é um dos fatores-chaves em relação à saúde mental das crianças em conflito. Uma geração inteira de crianças em Gaza encontra-se no limite do equilíbrio, um choque a mais poderia ter consequências permanentes devastadoras”, lê-se ainda no comunicado de iSave the Children/i.

strongImpacto do embargo israelense na vida dos palestinos/strong

Nos últimos dez anos as famílias de Gaza enfrentaram dificuldades e incertezas: o embargo imposto por Israel, assim como os três conflitos, colocaram a duras provas a economia e os serviços essenciais. 90% dos familiares entrevistados afirmaram que o embargo teve impacto na vida cotidiana deles e de seus filhos.

Uma carência generalizada de energia elétrica – a maioria das famílias tem poucas horas de corrente por dia – foi citada como maior fator negativo, com um impacto sobre 60% das crianças. Os menores expressaram muitas vezes “irritação” devido ao corte de energia elétrica ou disseram sentir-se ansiosos, sozinhos e como “se ninguém estivesse com eles” durante a noite, com as luzes apagadas.

strongDeterioração da situação econômica/strong

A maior preocupação dos familiares, por sua vez, está na deteriorada situação econômica, com quase metade dos entrevistados que reconhece o medo como fonte principal de stress. Nos últimos 15 anos a taxa de pobreza passou de 30% para mais de 50%, o desemprego subiu de 35% para 43% e agora é de 60% entre os jovens.

Menos de 20 anos atrás 96% das pessoas tinham água potável, agora somente 7%. Os estoques de remédios e alimentos escasseiam e são caros e é cada vez mais difícil obter vistos para deixar Gaza a fim de receber cuidados médicos.

“Muitas crianças em Gaza não conhecem nada mais que o embargo, a guerra e a privação. Stress e ânsia fazem parte do dia a dia, vivido na incerteza. Além do mais, muitas foram feridas ou presenciaram violências”, afirma a diretora de Save the Children nos Territórios Palestinos Ocupados, Jennifer Moorehead.

Fonte:a title=Em Gaza, 95% das crianças com sintomas de grave sofrimento psicológico href=https://www.vaticannews.va/pt/mundo/news/2018-06/gaza-criancas-sintomas-sofrimento-psicologico-save-the-children.html target=_blankspan style=color: #0000ff;https://www.vaticannews.va/pt/mundo/news/2018-06/gaza-criancas-sintomas-sofrimento-psicologico-save-the-children.html/span/a

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