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Paróquia Nossa Senhora da Penha

Maranguape - Ceará

(Rumo aos 169 anos de evangelização em nossa cidade)

Transformações no mundo justificam novas diretrizes para formar padres.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

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p style=text-align: justify;Os tempos mudam e as exigências se transformam. Essa é a principal justificativa que motivou a atualização das Diretrizes para a Formação de Presbíteros durante a 56ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), realizada em Aparecida (SP), entre os dias 11 e 20 de abril./p
p style=text-align: justify;Dom Jaime Spengler [foto], arcebispo de Porto Alegre (RS) e presidente da Comissão preparatória do texto apreciado pelos bispos durante a assembleia, afirmou que as mudanças no mundo exigem respostas condizentes às novas situações: “Nós vivemos num mundo hoje com transformações tão rápidas que temos até dificuldades de seguir as inovações e transformações. Daí a necessidade de também rever as orientações para a formação de nossos padres”./p
p style=text-align: justify;O texto aprovado pelos bispos ainda não será publicado. Antes, será enviado à Santa Sé para a chancela ou a indicação de ajustes./p
p style=text-align: justify;Transformações e contextos de mudanças/p
p style=text-align: justify;As transformações sociais e culturais, por exemplo, “marcam a vida dos candidatos que vem chegando às nossas casas de formação, mas marcam também a nossa vida de padres mais avançados na caminhada. Por isso precisamos de alguma forma buscar orientações que respondam ao novo contexto”, salienta dom Jaime./p
p style=text-align: justify;O texto aprovado pelo episcopado brasileiro também buscou contemplar a realidade do Brasil, marcado por grandes distâncias e enormes diferenças. “Elaborar um documento que de alguma forma contemple toda essa complexidade que é o nosso Brasil nem sempre é tarefa fácil”, destacou o arcebispo ao lembrar dos centros urbanos, das realidades litorânea e rural, dos indígenas, sertanejos, da população do cerrado, dos negros e dos pampas. “São situações muito diversas e que nos desafiam, por assim dizer, a construir um texto. E esse foi o desafio, que de alguma forma contemplasse toda essa complexidade”./p
p style=text-align: justify;Processo até chegar às dioceses/p
p style=text-align: justify;A decisão de que as diretrizes para a formação de presbíteros seriam o tema central da 56ª AG foi feita pelo Conselho Permanente da CNBB, em 2017. Na ocasião, foram dadas indicações para que o trabalho fosse adaptado ao documento publicado pela Congregação para o Clero em 2016, a Ratio Fundamentalis “O dom da vocação presbiteral” – que orienta a formação dos presbíteros em todo o mundo – além de levar em consideração o magistério recente da Igreja, sobre tudo o magistério do papa Francisco./p
p style=text-align: justify;Em 2010, a CNBB havia aprovado as diretrizes utilizadas desde então. Tais orientações foram atualizadas por um grupo formado por bispos e peritos, que construiu o texto e recebeu as contribuições do episcopado. Após esse processo, o documento foi levado à Assembleia Geral./p
p style=text-align: justify;Após a aprovação da Santa Sé, o texto será publicado pela Edições CNBB e oferecido às dioceses de todo o Brasil. A tarefa então será a elaboração por parte de cada Igreja Particular de um projeto pedagógico/formativo para a realidade local. “Fazemos votos que esse texto, após a confirmação da Santa Sé, possa ser de auxílio para melhor formar os nossos padres e também auxiliar aqueles que já estão, por assim dizer, exercendo o ministério”./p
p style=text-align: justify;No âmbito da formação permanente, as dioceses serão convidadas a elaborar um planejamento para a formação continuada de seus presbíteros na realidade local onde se encontram./p
p style=text-align: justify;emPor CNBB/em/p
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